STF encerra julgamento do último núcleo da trama golpista

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O Supremo Tribunal Federal (STF) termina nesta terça-feira o julgamento do último núcleo da trama golpista que tentou manter Jair Bolsonaro no poder após a derrota eleitoral de 2022. O grupo, conhecido como “núcleo operacional”, reúne seis réus acusados de coordenar ações práticas para viabilizar o golpe.
Esse grupo é formado pelo ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, pelo general da reserva Mario Fernandes e pelo ex-assessor presidencial Filipe Martins, além de mais três pessoas.
A sessão terá início com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, votam os demais integrantes do colegiado: ministra Cármen Lúcia e ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, que é presidente da Primeira Turma.
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Moraes ag
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A revelação de que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, trabalha na elaboração de um código de conduta para os ministros da própria Corte e dos outros tribunais superiores gerou mal-estar entre integrantes do tribunal.
A discussão chega a ser indicada como a primeira grande crise interna de Fachin no comando do Supremo. Nos bastidores, ministros sinalizam que a criação do conjunto de regras deve ficar em compasso de espera até que haja uma melhora do clima para debater.
Uma ala do STF questiona o momento escolhido para a discussão, especialmente porque o Senado analisa uma atualização da Lei do Impeachment — tema sensível que, segundo ministros, coincide com pedidos de afastamento de integrantes da Corte, impulsionados por apoiadores do ex‑presidente Ja
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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discute internamente a viabilidade de criar o Ministério da Segurança Pública no próximo ano. Além de cumprir uma promessa feita na campanha de 2022, a implantação da pasta seria uma forma de dar resposta para a população em um dos temas em que a gestão petista é mais mal avaliada.
Alguns integrantes do primeiro escalão dizem que o martelo já foi batido. Outros, porém, afirmam que ainda não há uma definição por parte de Lula.
Um grupo de auxiliares do presidente considera que, apesar de necessário, o Ministério da Segurança Pública não deveria ser implantado agora porque a nova pasta teria pouco tempo para apresentar resultados concretos até a eleição de outubro. Também argumentam que a nova estrutura faria com que o govern
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse ser “amigo” dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Em entrevista ao SBT News, Lula foi indagado sobre o que aconteceu na relação com os dois presidentes. “Não aconteceu nada. Nada. Eu sou amigo do Davi, eu sou amigo do Hugo Motta”, respondeu. Na sequência, ele destacou que o governo aprovou “99% de tudo que nós mandamos para o Congresso Nacional”.
“Nunca, nos meus dois primeiros mandatos, eu aprovei a quantidade de coisas que eu aprovei agora num Congresso totalmente adverso”, afirmou, adicionando que tem minoria tanto na Câmara quanto no Senado.
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Para garantir as aprovações de projetos do governo pelo Congresso, ele afirmou que houve “o mil
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/politica/stf-encerra-julgamento-do-ultimo-nucleo-da-trama-golpista/
- https://www.infomoney.com.br/politica/codigo-de-conduta-no-stf-provoca-mal-estar-e-abre-primeira-crise-na-gestao-fachin/
- https://www.infomoney.com.br/politica/governo-lula-estuda-criacao-de-ministerio-da-seguranca-publica-no-proximo-ano/
- https://www.infomoney.com.br/politica/lula-diz-ser-amigo-de-motta-e-alcolumbre-e-confia-que-messias-sera-aprovado-no-senado/
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Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
