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Câmara não atinge votos suficientes para cassação da deputada Carla Zambelli

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Câmara não atinge votos suficientes para cassação da deputada Carla Zambelli
Parlamentar foi condenada, pelo STF, a dez anos de prisão e está presa na Itália. Perda do mandato terá de ser aprovada por ao menos 257 deputados.

Câmara rejeita cassação do mandato de Carla Zambelli — Foto: Reprodução
A Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (10) rejeitar a cassação do mandato parlamentar de Carla Zambelli (PL-SP).
Foram 227 votos a favor da cassação e 170 votos contra. Eram necessários 257 votos para que o mandato fosse cassado. A sessão ainda teve 10 abstenções. 105 deputados estavam ausentes.
A cassação seria uma consequência da condenação da deputada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter comandado uma invasão a sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
– O PL, partido da deputada, teve 73 votos contra a cassação e 1 voto a favor: do deputado Icaro de Valmir (PL-SE);
– Apenas o Novo teve todos os deputados votando para que Zambelli não fosse cassada (5 votos);
– União Brasil (22 votos contra

O plenário da Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira (10) rejeitar a cassação do mandato parlamentar de Carla Zambelli (PL-SP).
Foram 227 votos a favor, 170 contrários e 10 abstenções – seriam necessários 257 votos para a cassação.
A cassação seria uma consequência da condenação da deputada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter comandado uma invasão a sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Os deputados entenderam, no entanto, que a deputada poderia permanecer no cargo. A situação se assemelha à ocorrida com o ex-deputado federal Natan Donadon, em 2013, que foi condenado pelo STF mas teve o mandato preservado pelos colegas da Câmara. (entenda mais abaixo)
Presa na Itália, Carla Zambelli participa remotamente de reunião da CCJ da Câmara que discute a sua cassação — Fo

O senador Esperidião Amin (PP-SC), um dos nomes mais tradicionais da política catarinense, foi designado relator pelo presidente da CCJ, Otto Alencar, para o projeto que propõe reduzir penas de Jair Bolsonaro (PL) e outros condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo os envolvidos do atos de 8 de janeiro.
Trajetória política
Amin é filiado ao Progressistas (PP), partido que integra o bloco de direita no Congresso. Aos 78 anos, acumula uma longa carreira: foi governador de Santa Catarina em duas ocasiões (1983-1987 e 1999-2003), prefeito de Florianópolis, deputado federal e senador entre 1991 e 1998, período em que presidiu nacionalmente o PP.
Em 2018, voltou ao Senado com mais de 1,2 milhão de votos. Em 2022, tentou novamente o governo catarinense, mas não avanço

A Câmara dos Deputados decidiu suspender nesta quarta-feira (10) por seis meses o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) em um processo que pedia a cassação do mandato do parlamentar. Foram 318 votos a favor, 141 votos contrários e 3 abstenções.
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar havia aprovado uma proposta de cassação de Braga, mas os deputados no plenário decidiram pela punição menor.
Em uma articulação construída em plenário durante a tarde, aliados do deputado conseguiram reverter a sua cassação. A mudança foi uma grande vitória do psolista, dado que mesmo partidos da esquerda davam como quase certa a perda do mandato.
O episódio da ocupação da mesa diretora da Câmara, nesta terça-feira (9), incomodou deputados, que disseram que Braga poderia ter buscado diálogo com os colegas durante

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