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Novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bi na economia, estima Dieese

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Previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro e começar a ser pago em fevereiro, o novo salário mínimo de R$ 1.621 injetará R$ 81,7 bilhões na economia, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.
Segundo o Dieese, cerca de 61,9 milhões de brasileiros terão rendimentos diretamente influenciados pelo piso salarial. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); 17,7 milhões, empregados, 10,7 milhões, trabalhadores autônomos; 3,9 milhões, empregados domésticos; e 383 mil empregadores.
O novo valor representa um reajuste nominal de 6,79% em relação ao

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Menos de três semanas após o lançamento, o programa CNH do Brasil já acumula mais de 1,6 milhão de processos abertos para obtenção da carteira de motorista em todo o país, segundo dados do Ministério dos Transportes.
A iniciativa, apresentada como uma reformulação estrutural do modelo de habilitação, tem registrado forte adesão desde que entrou em vigor, em 9 de dezembro.
São Paulo lidera o volume de solicitações, com 286.733 pedidos, seguido por Minas Gerais, com 171.811, e pelo Rio de Janeiro, que soma 152.315 processos. A plataforma digital do programa também já ultrapassou a marca de 30 milhões de usuários cadastrados, enquanto o curso de formação para instrutores autônomos de trânsito supera 100 mil inscritos.
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Empate com rivais expõe teto ele

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