
Quando morreu, em 2017, a imagem da artista Amelia Toledo estava associada principalmente à s obras públicas. Nas duas décadas anteriores, ela havia criado “Paisagem Subterrânea”, no interior da estação de metrô Cardeal Arcoverde, no Rio de Janeiro, e “Caleidoscópio”, na estação Brás, em São Paulo.
Também tinha concebido “Parque das Cores do Escuro”, na avenida 23 de Maio, na capital paulista.
São trabalhos relevantes, que evidenciam a capacidade da artista de lidar com as formas da natureza em grandes proporções. Uma estudiosa dos elementos minerais, ela reelaborava pedras das mais diferentes cores e texturas, revelando novas perspectivas. Sem levantar bandeiras, Amelia aproximou a arte da sustentabilidade em uma época em que pouquÃssimos falavam sobre ecologia.
No entanto
Fontes
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