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Rio Grande do Sul entra no século das cheias e secas extremas, alerta estudo

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Mais cheias, mais secas, mais eventos climáticos extremos. Essa é a previsão para o Rio Grande do Sul até 2100, segundo um novo estudo do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA).
A pesquisa traz projeções construídas a partir de dados dos últimos 50 anos e aplicadas a cenários entre 2050 e 2100. Os pesquisadores apontam que o Sul é uma das regiões brasileiras mais sensíveis a mudanças no ciclo hidrológico. E que os impactos já estão a caminho.
Por isso, o estudo recomenda revisão urgente de práticas de engenharia e planejamento. A pesquisa reforça que “os gastos com reconstrução e as perdas associadas a secas e cheias podem superar grandemente os

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