BC Responde TCU sobre Liquidação do Banco Master

Contexto
O Banco Central (BC) do Brasil enviou uma resposta ao Tribunal de Contas da União (TCU), em resposta a um questionamento que aponta suposta “precipitação” na decisão de liquidar o Banco Master. O despacho foi emitido pelo ministro Jhonatan de Jesus, no último dia 18 de fevereiro, após uma investigação que revelou evidências de fraude de R$ 12,2 bilhões cometidas pelo banco.
A decisão do TCU levanta a possibilidade de ter havido um erro em não explorar soluções de mercado para salvar o banco sem recorrer à liquidação. No entanto, as investigações do BC e da Polícia Federal indicam que o Banco Master adquiriu carteiras de crédito falsas da empresa Tirreno, comprometendo a sua capacidade de honrar vencimentos de Certificados de Depósito Bancário (CDBs).
Repercussão
O despacho do ministro Jhonatan de Jesus foi emitido após uma decisão do BC em novembro de 2023, que decidiu liquidar o Banco Master. O TCU argumenta que a medida extrema não considerou soluções alternativas, como a aquisição por outro banco ou a recuperação judicial.
Em seu despacho, o ministro aponta a “precipitação” do BC ao ignorar essas possibilidades. Segundo ele, a liquidação poderia ter sido evitada com medidas mais conservadoras e menos extremas. No entanto, as evidências de fraude indicam que o banco não tinha alternativas viáveis para honrar seus compromissos.
O que vem agora
A resposta do BC ao TCU foi protocolada às 13h40 desta segunda-feira (29), e juntada ao processo às 16h22. O conteúdo da manifestação está sob sigilo, assim como o restante do processo. A decisão final sobre a liquidação do Banco Master dependerá das avaliações feitas pelo TCU.
Os próximos passos incluem uma análise detalhada pela comissão especial do TCU, que deverá emitir um relatório com recomendações. Essas recomendações poderão levar ao afastamento de responsabilidades administrativas ou até mesmo a punições para os envolvidos no caso.
Fontes
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