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Motta encerra 1º ano à frente da Câmara revezando atritos com PT, PL e outros Poderes

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Eleito em fevereiro com apoio do PT e do PL, Hugo Motta (Republicanos-PB) atravessou seu primeiro ano no comando da Câmara buscando o equilÃbrio como marca enquanto acumulou atritos com ambos os lados e com outros Poderes, além de deixar uma agenda própria de propostas pelo caminho.
A Câmara viveu em 2025 momentos inéditos de tensão e desafio à autoridade do presidente da Casa, com um motim bolsonarista de mais de 30 horas. Houve ainda a retirada à força do deputado suspenso Glauber Braga (PSOL-RJ), episódio que envolveu censura e agressões da polÃcia legislativa à imprensa.
Mesmo sob crÃticas de deputados de variados espectros polÃticos e sob a avaliação geral de que não detém o controle da Casa, o presidente ainda é tido como nome natural para a recondução ao cargo em 202

Membros do governo Lula dizem que a criação do Ministério da Segurança Pública deve ocorrer apenas após a aprovação da emenda constitucional que trata das competências da União relativas ao tema, atualmente na Câmara dos Deputados.
Segundo um assessor do presidente, o ministério sem a aprovação da PEC da Segurança seria um “leão sem dente”. Outro auxiliar afirma que criar a nova pasta sem dar condições a ela de trabalhar efetivamente seria muito pior do que deixar a situação do jeito atual, na qual a área é subordinada à Justiça. O receio é haver uma frustração de expectativas criadas com um ministério sem poder real.
A PEC reforça as competências da União na área da segurança e define suas fontes de financiamento. Antes de sua aprovação, também é improv

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