Moraes nega pedido de domiciliar para Bolsonaro e mantém ex-presidente preso na PF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta quinta-feira (1º) um pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de prisão domiciliar humanitária após a alta hospitalar.
O ex-presidente foi internado no hospital DF Star, em BrasÃlia, no último dia 24, para fazer uma cirurgia de hérnia. Ele sofreu com picos de hipertensão e teve crises de soluço âmotivo pelo qual foi submetido a três procedimentos cirúrgicos, respectivamente no sábado (27), na segunda (29) e terça (30).
A alta está prevista para esta quinta, e a defesa pediu que ele não volte para a Superintendência da PolÃcia Federal no Distrito Federal, onde cumpre pena por ser condenado por liderar uma trama golpista depois de ser derrotado nas eleições de 2022.
Em sua decisão, M
A CGU (Controladoria-Geral da União) abriu PADs (processos administrativos disciplinares) e recomendou a demissão de ao menos 14 oficiais de inteligência e policiais federais supostamente envolvidos no caso da “Abin Paralela”. Até mesmo agentes que não foram indiciados pela PolÃcia Federal são alvo dos processos.
A CGU pede a demissão dos servidores públicos por diferentes episódios atribuÃdos à Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante a direção-geral do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL) e do sucessor dele, Victor Carneiro, no governo Jair Bolsonaro (PL).
Um dos casos citados é o da jornalista Luiza Alves Bandeira, do DFRLab (Digital Forensic Research Lab), ligado à organização sem fins lucrativos Atlantic Council. Durante o governo Bolsonaro, a pesquisado
Fontes
- https://redir.folha.com.br/redir/online/poder/rss091/*https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/01/moraes-nega-pedido-de-domiciliar-para-bolsonaro-e-mantem-ex-presidente-preso-na-pf.shtml
- https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2026/01/cgu-abre-processos-contra-14-servidores-no-caso-abin-paralela-e-recomenda-demissoes.shtml
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