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Tesouro encontrado no Egito revela faraó – e expõe um novo mistério

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Um tesouro de 225 estatuetas funerárias veio à tona numa tumba real na antiga capital egípcia de Tanis, no Delta do Nilo. As pequenas figuras, conhecidas como ushabti, estavam intactas e no lugar original (um achado raríssimo, diga-se). E finalmente resolveram um mistério que intrigava arqueólogos há décadas.
Essa coleção permitiu identificar o dono de um sarcófago anônimo: o faraó Shoshenq III, que governou entre 830 e 791 antes de Cristo. A revelação, no entanto, abriu outro enigma. Por que o rei não foi enterrado no túmulo que havia preparado para si? O descompasso sugere falhas na sucessão ou no sepultamento planejado durante seu turbulento reinado.
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Todos estavam cientes disso: para reverter um campeonato mundial que parecia já estar escrito, só a vitória não era suficiente para Max Verstappen, ele também precisaria de um pouco de sorte. A corrida, no entanto, acabou sendo bastante tranquila e não houve episódios favoráveis capazes de mudar uma situação que deu a Lando Norris seu primeiro título da Fórmula 1.
Ferrari e Mercedes, de fato, não conseguiram representar uma ameaça real para a McLaren do britânico, exceto por algumas voltas nos estágios iniciais, quando Charles Leclerc tentou pressionar antes de

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