Notícia

Sua IA de programação pode estar obedecendo a hackers sem você saber

Por Publicado Atualizado

Sua IA de programação pode estar obedecendo a hackers sem você saber
Por Lillian Sibila Dala Costa • Editado por Jones Oliveira |
Redes de TI, processos de desenvolvimento de software e outros fluxos de trabalho têm usado cada vez mais agentes de IA, mas uma pesquisa da empresa de segurança Aikido descobriu que essas ferramentas podem, facilmente, ser usadas para injeção de prompts maliciosos.
A vulnerabilidade em questão afeta a maioria dos aplicativos de programação que usam IA, como Claude Code, Google Gemini, Codex da OpenAI e a ferramenta AI Inference do GitHub. Ela ocorre quando as ferramentas de IA são integradas no fluxo de trabalho automatizado do desenvolvimento de softwares, como GitHub Actions e GitLab.
Agentes de IA e suas brechas
Segundo a pesquisa da Aikido, os agentes malic

Seu psicólogo pode estar usando IA para registrar sessões de terapia: quais os riscos dessa prática?
– Author, Luiz Fernando Toledo
– Role, Da BBC News Brasil em Londres
Fazer terapia com um chatbot pode não ser uma boa ideia por uma série de motivos, como muitos especialistas têm alertado.
Mas e quando os próprios terapeutas passam a usar inteligência artificial generativa, como ChatGPT e Gemini, para auxiliar em suas tarefas, seja para transcrição de sessões ou até discutir casos?
Empresas já estão oferecendo esse serviço aos profissionais. Há ferramentas para transcrição de sessões, sugestões de análise técnica, evolução do paciente, supervisão e sugestões de abordagens.
“Você ainda perde tempo escrevendo resumo de sessão?”, diz o anúncio de uma dessas ferramentas, no Instagram, a Psico

“Em 1º de janeiro de 1837, enquanto lutávamos contra as dificuldades que as plantas do rio Berbice impunham ao nosso progresso, avistei em um pequeno riacho uma folha gigantesca, com a borda elevando-se alguns centÃmetros acima da água. Ao me aproximar, fiquei impressionado com a aparência de uma flor que, em sua magnÃfica beleza, superava tudo o que eu havia visto até então.”
Esse foi o relato de Sir Robert H. Schomburgk, explorador e botânico alemão a serviço do Império Britânico, no periódico da Royal Geographical Society, de seu primeiro encontro com a majestosa planta aquática que logo cativaria seus contemporâneos.
Mas Schomburgk não foi o primeiro a se maravilhar com tal espetáculo.
Décadas antes, o naturalista tcheco-alemão Thaddäus Haenke já havia registrado es

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.