Conexões de Daniel Vorcaro podem aprender a lição

A Pasta Rosa foi achada em 1995, no gabinete do banqueiro e ex-ministro Ãngelo Calmon de Sá.
Com oito centÃmetros de espessura, ela continha a escrituração do ervanário despejado pela federação dos bancos e pelo Banco Econômico nas últimas eleições.
Era o sonho do investigador, a clientela da banca ia de Roberto Campos a Antônio Carlos Magalhães. Cerca de 50 polÃticos passavam pela pagadoria do Banco Econômico.
Onde a investigação do Banco Master tem suspeitas e indÃcios de uma rede de proteção, no caso da Pasta Rosa eram certezas documentadas.
Nos seus dias de fama, a Pasta Rosa parecia instruir uma faxina nas relações dos polÃticos com a banca. Ilusão democrática. Aos poucos, a Pasta Rosa foi sumindo do noticiário, até virar história.
A taça foi para os advogados
Fontes
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