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Macron diz que Edmundo González deve ajudar a supervisionar mudança na Venezuela

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O presidente da França, Emmanuel Macron, disse neste sábado que o líder da oposição venezuelana Edmundo González deve ajudar a supervisionar a mudança de poder na Venezuela, após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelas Forças Armadas dos Estados Unidos.
“A transição que está por vir deve ser pacífica, democrática e respeitar a vontade do povo venezuelano. Esperamos que o presidente Edmundo González Urrutia, eleito em 2024, seja capaz de garantir essa transição o mais rápido possível”, escreveu Macron no X.

O presidente Donald Trump e o diretor da CIA, John Ratcliffe, acompanharam o ataque dos EUA à Venezuela a partir de Washington. — Foto: Governo dos EUA
Depois de lançar um ataque no estilo “choque e pavor” na Venezuela, Donald Trump agora parece estar entrando no ramo da reconstrução nacional.
Em uma coletiva de imprensa extraordinária realizada na manhã de sábado em seu resort em Mar-a-Lago, o presidente anunciou que forças americanas haviam capturado com sucesso o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa durante uma operação noturna em Caracas.
Em seguida, Trump afirmou que uma equipe que inclui o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, trabalhando com venezuelanos, passaria a assumir o controle do país em crise.
“Nós vamos administrar o país

Ataque à Venezuela lembra invasão ao Iraque, diz ex-subsecretária de Defesa dos EUA
O aumento das tensões entre Estados Unidos e Venezuela nos últimos meses e da presença militar americana no Caribe levou muitos analistas a acreditarem na possibilidade de uma invasão por terra dos EUA ao território venezuelano — como de fato aconteceu na madrugada de 3 de janeiro de 2026.
Mas a decisão americana de permanecer no país e de tomar o controle da indústria do petróleo da Venezuela não estava nos principais cenários de quem acompanhava de perto o assunto.
No caso de Jana Nelson, ex-subsecretária de Defesa dos EUA para o Hemisfério Ocidental, havia pelo menos duas razões para que ela não considerasse que o governo de Donald Trump estaria disposto a entrar na Venezuela para explorar o petróleo ven

O governo da Venezuela classificou como “intromissão inadmissível” as declarações de Emmanuel Macron, presidente da França, sobre o ataque cometido hoje ao país pelos EUA.
O que aconteceu
Mais cedo, Macron afirmou que povo venezuelano só pode “se alegrar” com fim da “ditadura Maduro”. O presidente francês reivindicou ainda uma “transição pacífica” e afirmou que Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, “atentou gravemente contra a dignidade de seu próprio povo”.
Para Venezuela, declarações configuraram “intromissão inadmissível em assuntos internos de um Estado soberano”. Na opinião de Caracas, a fala revela “profundo desconhecimento da realidade política, institucional e social do país” e atual governo “emana da vontade popular e da ordem institucional”.
Governo da Venezuela afirmou que “t

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