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Do post à demissão: empresas vigiam redes sociais de funcionários, alerta jornal

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Empresas nos Estados Unidos têm apertado o cerco sobre o que seus funcionários publicam nas redes sociais. Inclusive, em períodos fora do expediente. É o que aponta o jornal Washington Post neste sábado (13).
Segundo a reportagem, o medo de crises de reputação, boicotes e pressões políticas levou companhias a revisar políticas internas e ampliar o monitoramento do comportamento online de seus colaboradores.
O movimento ganhou força após a repercussão de postagens sobre a morte do influencer Charlie Kirk, assassinado em setembro. A reação pública a esses conteúdos funcionou como um alerta: para muitas empresas, o que antes era tratado como opinião pessoal passou a ser visto como risco direto à marca, ao negócio e ao ambiente interno.
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