Bolsas de NY sobem, com avanço de petroleiras e ações de defesa por Venezuela

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, 5, em sessão que tem como destaque as repercussões da incursão norte-americana na Venezuela que levou à queda de Nicolás Maduro durante o final de semana. As perspectivas para as empresas ligadas ao setor petrolífero e defesa impulsionaram as ações destas companhias, enquanto a amplitude da presença de Washington na região é observada. Além disso, indicadores da economia dos Estados Unidos seguem no radar.
O Dow Jones subiu 1,23%, aos 48.977,18 pontos, enquanto o S&P 500 encerrou com ganhos de 0,64%, aos 6.902,05 pontos e o Nasdaq teve alta em 0,69%, aos 23.395,82 pontos.
O Secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, planeja conversar esta semana com executivos da indústria petrolífera sobre a revitalização do setor energético d
Um em cada três norte-americanos aprova o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela. Ao mesmo tempo, 72% dizem temer que a Casa Branca se envolva demais no país sul-americano. Os dados são de uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira (5).
O levantamento, feito ao longo de dois dias, mostra forte divisão partidária. Entre os republicanos, partido de Donald Trump, 65% apoiam a operação militar. Já entre os democratas, de oposição ao governo, o apoio cai para 11%. Entre os eleitores independentes, o índice é de 23%.
Forças dos EUA entraram em Caracas antes do amanhecer de sábado (3). A ação resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que foi entregue depois a autoridades federais dos EUA para responder a acusações relacionadas a suposto tráfico de drogas.
Na crise da Venezuela, Brasil é mais forte frente a Trump do que outros países da região, diz Ian Bremmer
– Author, Mariana Schreiber
– Role, Da BBC News Brasil em Brasília
– Tempo de leitura: 4 min
O Brasil está em uma posição melhor do que outros países da América Latina para lidar com a nova política agressiva dos Estados Unidos para a região, avalia o cientista político Ian Bremmer, fundador da consultoria de risco Eurasia Group.
No sábado (3/1), o governo de Donald Trump bombardeou a Venezuela e capturou o presidente Nicolás Maduro, além de fazer ameaças a Cuba, México e Colômbia na sequência, disseminando apreensão entre governos latino-americanos.
Em resposta a uma pergunta da BBC News Brasil em uma coletiva de imprensa, Bremmer destacou que o país não tem “problemas de segurança na
Dólar recua para R$ 5,405 e Bolsa sobe com Venezuela no radar
Nicolás Maduro se declarou inocente em audiência nos EUA, depois de captura; no Brasil, agentes financeiros elevaram projeção do IPCA
O dólar comercial fechou nesta 2ª feira (5.jan.2026) a R$ 5,405. A queda é de 0,34%. Já o Ibovespa, principal índice da B3, foi aos 162.040,09 pontos às 17h57, o que representa uma alta de 0,94%.
Os investidores acompanham os desdobramentos do ataque dos EUA à Venezuela. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), ordenou um ataque contra o país caribenho no sábado (3.jan), que resultou na captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e sua mulher, Cilia Flores.
Leia a trajetória diária do dólar comercial:
Trump disse que as empresas norte-americanas irão e
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/mercados/bolsas-de-ny-sobem-com-avanco-de-petroleiras-e-acoes-de-defesa-por-venezuela/
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/01/05/um-terco-dos-norte-americanos-apoia-ataque-a-venezuela-e-maioria-teme-envolvimento-maior-dos-eua-diz-pesquisa.ghtml
- https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3ver7010zyo?at_medium=RSS&at_campaign=rss
- https://www.poder360.com.br/poder-economia/dolar-recua-para-r-5405-e-bolsa-sobe-com-venezuela-no-radar/
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