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Argumentos a favor do código de conduta no STF destacam benefícios, eventos e relações privadas

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Transparência sobre a atuação dos ministros, prevenção de conflitos de interesse e proteção institucional são os argumentos mais citados por nomes de diferentes áreas que defendem a adoção de um código de conduta para os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Juristas, economistas, acadêmicos, empresários e lideranças sociais ouvidos pela Folha afirmam que a fixação de regras sobre temas como participação em eventos, viagens, recebimento de benefÃcios, relações com partes interessadas e manifestações públicas não representa censura nem interferência no poder de julgar, mas um instrumento de preservação da credibilidade da corte.
A ideia ganhou destaque após a viagem do ministro Dias Toffoli a Lima, no Peru, para assistir à final da Libertadores. Ele foi a

Donald Trump conseguiu o imaginável (sequestrou Nicolás Maduro) e o inimaginável (a vice chavista, Delcy RodrÃguez, assumiu a Presidência da “República Bolivariana”, prometendo priorizar “uma relação respeitosa e equilibrada” com os Estados Unidos). Vice virando casaca não é novidade, mas a calma bolivariana surpreendeu. Num de seus primeiros atos, Delcy RodrÃguez expulsou dois diplomatas franceses depois que o presidente Emmanuel Macron expressou sua preferência pela oposicionista MarÃa Corina Machado, que acabou de ganhar o Prêmio Nobel da Paz.
Na esteira da captura de Maduro, Trump ameaçou o presidente colombiano, Gustavo Petro, voltou a reivindicar a Groenlândia e soltou uma frase crÃptica: Cuba não vale uma invasão porque seu regime comunista está pronto “para cair”. H

O governo Lula (PT) autorizou repasses de cerca de R$ 7,84 bilhões em verbas extras do Ministério da Saúde a estados e municÃpios com uma fatia do Orçamento que é reivindicada por parlamentares como uma emenda informal.
O recurso não é enquadrado como indicação de deputados e senadores, o que permite escapar dos controles impostos pelo STF (Supremo Tribunal Federal), como a exigência de apontar o padrinho polÃtico.
O ministério nega que os repasses sejam negociados com o Congresso e diz que parte do dinheiro é aplicado em ações prioritárias, como o programa Agora Tem Especialistas.
Do valor aprovado até 31 de dezembro, cerca de R$ 790 milhões foram direcionados ao governo estadual e às prefeituras de São Paulo.
As secretarias de Saúde da Bahia devem receber R$ 641 milhÃ

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