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PDVSA sob pressão: como fica a petroleira estatal com a ofensiva dos EUA na Venezuela?

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As declarações do presidente Donald Trump sobre a intenção de “assumir” o setor petrolífero da Venezuela, após a operação que retirou Nicolás Maduro do poder, colocaram no centro do debate o futuro da estatal PDVSA.
A Venezuela concentra cerca de 17% das reservas comprovadas do planeta — mais de 300 bilhões de barris, segundo entidades internacionais do setor energético — e manteve por anos um quase monopólio do setor após a reestatização promovida pelo antecessor de Maduro, Hugo Chávez.
Ao prender Maduro, Trump prometeu reestruturar a indústria petrolífera, com investimentos de bilhões de dólares de empresas americanas, e o destino dessas reservas passou a ser acompanhado de perto por governos, empresas e investidores.
A empolgação inicial levou as ações de petrolíferas americanas a dispa

Após consolidar a captura de Nicolás Maduro e indicar que a pressão militar americana no hemisfério ocidental ainda não se encerrou, o presidente dos EUA, Donald Trump, retomou sua atenção à Groenlândia. A retórica pela anexação do território autônomo dinamarquês, no entanto, não é recente, e remonta a um interesse americano disparado há mais de um século.
A privilegiada posição da Groenlândia no Atlântico Norte levou os EUA a considerarem a compra ou anexação do território em diversas ocasiões, seja para consolidar o poder no hemisfério pós-Guerra Civil, seja para impedir o avanço russo na Guerra Fria.
O interesse dos EUA é novo?
O interesse dos EUA pela Groenlândia está longe de ser novo. Já em 1867 – o ano em que os EUA compraram o Alasca da Rússia –, políticos consideraram anexar a Gro

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