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Visita de Tarcísio a Bolsonaro mantém indefinição sobre candidatura presidencial em 2026

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A visita do governador de São Paulo, TarcÃsio de Freitas (Republicanos), a Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar, manteve a indefinição sobre o cenário da direita e a candidatura presidencial em 2026.
Segundo relatos do encontro, TarcÃsio disse que está bem em São Paulo e discutiu com o ex-presidente as candidaturas ao Senado no estado no próximo ano.
O governador reforçou que o secretário Guilherme Derrite (Segurança Pública), filiado ao PP, está bem cotado para uma das duas vagas à Casa e que a outra candidatura será de escolha do ex-presidente ânos planos de Bolsonaro, ficará com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), um de seus filhos.
InelegÃvel e condenado a quase 30 anos de prisão, o ex-presidente, segundo a Folha apurou, não tratou com TarcÃsio sobre q

O ministro Edson Fachin assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal ao seu estilo, com um discurso longo, tedioso e até descuidado. Misturou num mesmo parágrafo seu compromisso com a liberdade de imprensa e com o “bem-estar dos servidores”.
Ainda assim, disse a que veio, com boas notÃcias. Por exemplo: “A prestação jurisdicional não é espetáculo. Exige contenção.” Ou: “Assumo aqui compromisso de uma gestão austera no uso dos recursos públicos pelo Judiciário. A diretriz será a austeridade.” Fora do mundo das palavras e promessas, Fachin resgatou a tradição de Rosa Weber, e cancelou a pajelança com que lobistas festejam posses. Há registro de eventos com a presença de magistrados para provar uÃsques, na Europa, com patrocÃnio de um banco mambembe.
O Judiciário bras

O presidente Lula (PT) avalia a possibilidade de fazer uma reforma ministerial ainda este ano com objetivo de reorganizar seu governo para as eleições de 2026.
Em conversas com aliados, Lula admite a intenção de substituir ministros que concorrerão nas eleições do ano que vem antes mesmo do prazo final de desincompatibilização, em abril.
O momento pelo qual passa atualmente o chefe do Executivo é apontado também pelos aliados como uma oportunidade para a ampliar alianças regionais do governo com partidos do centro.
De acordo com esses aliados, a reforma ministerial pode ser fatiada e começar ainda em outubro, impulsionada pela possÃvel entrada de Guilherme Boulos (PSOL) na Secretaria-Geral da Presidência, e pelo ultimato da federação composta pelo União Brasil e PP a seus

LÃderes do centrão dizem que já há apoio suficiente para aprovar o PL da Dosimetria no Congresso, faltando apenas vencer a resistência de dois personagens: o ministro Alexandre de Moraes (STF), magoado com a imposição de sanções pelos EUA contra sua mulher, e presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que ainda não deu aval final ao texto.
Há otimismo, porém, nos dois fronts. A aposta é que os próprios colegas de Alexandre no STF, favoráveis à redução de penas, ajudarão a acalmá-lo. E, com o aceite do Judiciário, Alcolumbre não se oporia.
A costura que está sendo feita é votar na semana que vem o relatório do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) com apoio inclusive dos bolsonaristas.
Já existe a expectativa de que aliados do ex-presidente apresentem um destaqu

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