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PF diz que não tem como reduzir barulho de ar-condicionado para Bolsonaro

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A PolÃcia Federal afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) não dispor de outra sala para manter Jair Bolsonaro (PL) preso e que não tem como resolver a reclamação do ex-presidente sobre o barulho do ar-condicionado. As informações foram dadas nesta quarta-feira (7) em resposta a um pedido da defesa do ex-mandatário.
O ministro Alexandre de Moraes determinou na última segunda que a PF se manifestasse no prazo de cinco dias. Na última sexta (2), os advogados do ex-presidente pediram providências para reduzir os ruÃdos do equipamento, que comprometeriam o repouso do ex-presidente e afetariam sua saúde enquanto cumpre pena de prisão.
Bolsonaro voltou ao local nesta tarde depois de deixar a superintendência para fazer exames em um hospital. Segundo a ex-primeira-dama Michelle Bols

A Polícia Federal (PF) informou nesta quarta-feira (7) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que não é possível “reduzir significativamente”, com “medidas simples ou pontuais” o ruído no sistema de ar-condicionado do local em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso por tentativa de golpe.
A PF apresentou esclarecimentos à Corte por determinação do ministro. Na última segunda-feira (5), Moraes fixou prazo de cinco dias para que a corporação apresentasse um relatório sobre a situação.
A decisão foi tomada após pedido de providências apresentado pela defesa do ex-presidente. Segundo os advogados, em razão dos ruídos, o ambiente em que Bolsonaro está preso “não assegura condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde”.
O ex-presidente

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