2026 é o ano em que a música brasileira está se reinventando

2026 é o ano em que a música brasileira está se reinventando
Ano de grandes acontecimentos impacta diretamente na venda de ingressos
Antes de começar este texto, eu preciso explicar o básico: artista de verdade ganha dinheiro com shows. Por isso, o ano de 2026 é tão atípico — tem Copa, eleição e pouco dinheiro circulando. Está cada vez mais difícil vender ingressos. Tanto é que as grandes “labels” deram uma pausa neste ano: Tardezinha, do Thiaguinho; Numanice, da Ludmilla; Sorriso das Antigas, do Sorriso Maroto; e Buteco, do GL, que só volta no fim do ano.
Entendam que este texto não inclui o Nordeste. Lá, o entretenimento tem vida própria e não depende em nada do restante do país.
Com a dificuldade em vender ingressos, foi necessário criar novidades: Bell Marques lançou uma corrida com os
Fontes
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