Aceitem: não haverá redenção, Neymar é narrativa, e o protagonismo tem de ser de Vini e Raphinha

Aceitem: não haverá redenção, Neymar é narrativa, e o protagonismo tem de ser de Vini e Raphinha
O Brasil chega à Copa com duas referências no auge do futebol mundial, enquanto o principal nome da última geração se sustenta mais no discurso do que em qualquer evidência competitiva recente
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Existe um ponto em que o futebol encerra qualquer discussão paralela. O esporte em si impõe uma verdade seca, crua, e sem espaço para memória afetiva, idolatria ou projeção. A Seleção alcançou exatamente este ponto. E ele exige uma escolha simples: olhar para o que está acontecendo agora. Vinícius Júnior e Raphinha chegam à Copa como dois dos jogadores mais decisivos do
Fontes
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