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Ambientalistas acusam governo de minar compromissos climáticos em reação à licença do Ibama

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Ambientalistas acusam governo de minar compromissos climáticos em reação à licença do Ibama
Entidades afirmam que a autorização para perfuração na Foz do Amazonas prejudica a imagem do Brasil às vésperas da COP 30
Organizações ambientais e movimentos sociais anunciaram que vão recorrer à Justiça contra a decisão do Ibama de autorizar a Petrobras a perfurar um poço exploratório de petróleo na Margem Equatorial, próximo à Foz do Rio Amazonas. A liberação, concedida nesta segunda-feira (20/10), reacendeu o embate entre o governo federal e ambientalistas, que consideram o ato um retrocesso às políticas climáticas prometidas pelo Brasil.
Segundo nota do Observatório do Clima, a licença foi concedida em meio a “falhas técnicas e irregularidades” no processo de avaliação ambiental e, por isso, se

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A concessão da licença ambiental para a Petrobras realizar uma campanha exploratória na Bacia da Foz do Amazonas deve contribuir para elevar o interesse no leilão de áreas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), marcado para quarta-feira, disse à Reuters o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy.
“O leilão desta semana envolve áreas nas bacias de Campos e Santos, mas a licença na Foz cria um ambiente positivo e favorável para o Brasil”, afirmou Ardenghy.
O Brasil ofertará sete novos blocos exploratórios de petróleo e gás natural no próximo leilão do pré-sal, sob modelo de partilha de produção, mas áreas da Margem Equatorial, como a Foz do Amazonas, não foram incluídas.
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