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Cármen Lúcia corrige advogado em sessão e nega que TSE tenha cogitado voto impresso

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Cármen Lúcia corrige advogado em sessão e nega que TSE tenha cogitado voto impresso
Durante julgamento no STF sobre a tentativa de golpe, Cármen Lúcia reafirmou que o tema foi considerado inconstitucional pelo Supremo
A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu a palavra logo após a sustentação oral do advogado Melilo Diniz do Nascimento durante o julgamento do núcleo 4 da trama golpista para corrigir uma afirmação feita por ele. O defensor, que representa Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal e responsável por uma auditoria nas urnas eletrônicas a pedido do Partido Liberal (PL), afirmou que o TSE teria discutido a possibilidade de adotar o voto impresso, o que, segundo a magistrada, jamais ocorreu.
A ministra esclareceu que a Justiça Eleitora

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