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Crítica: “Todo Mundo em Pânico 6” prova que continua sem fazer sentido – e talvez essa seja a graça

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Crítica: “Todo Mundo em Pânico 6” prova que continua sem fazer sentido – e talvez essa seja a graça
Repleto de piadas politicamente incorretas, referências a fenômenos da internet e nostalgia para os fãs antigos, o longa mostra que nunca precisou de uma boa história para funcionar
*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.
Depois de quase duas décadas longe dos cinemas, “Todo Mundo em Pânico” retorna sem qualquer pretensão de reinventar a roda. Na verdade, faz justamente o contrário: abraça o costumeiro humor ofensivo, as piadas sem filtro e a falta de compromisso com uma narrativa, características que transformaram a franquia em um fenômeno dos anos 2000.
O sexto filme entende exatamente o que o

Paixão de Escritório aposta em JLo e romance proibido na Netflix
Por Jaqueline Sousa • Editado por Jones Oliveira |
Uma das artistas mais completas da indústria do entretenimento, Jennifer Lopez se prepara para retornar às comédias românticas no mês de junho com mais um projeto em parceria com a Netflix: o filme Paixão de Escritório.
Dona de um currículo exemplar no gênero, principalmente nos anos 2000 com clássicos como O Casamento dos Meus Sonhos (2001) e Encontro de Amor (2002), Lopez se juntou ao ator Brett Goldstein (Ted Lasso) para estrelar a nova rom-com. O trunfo do longa é apostar no clichê de romance proibido entre dois workaholics no ambiente de trabalho, trazendo aquela energia divertida que essas produções oferecem.
Descrito pela Netflix como “apimentado”, Paixão de Escritório

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