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De olho na África: como clubes brasileiros ampliam as buscas de jogadores africanos?

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De olho na África: como clubes brasileiros ampliam as buscas de jogadores africanos?
Nos últimos anos, equipes do Brasil passaram a investir na prospecção de talentos africanos, a fim de furar o mercado europeu
O futebol brasileiro tende a ser tratado como exportador. Ou seja, normalmente, vende seus maiores nomes para mercados mais ricos. Os mais cobiçados, como Neymar, Endrick ou Estêvão, costumam ir direto para a Europa ainda jovens. Talentos menos badalados vão para mercados periféricos, mas ainda endinheirados, como Oriente Médio, EUA ou Ásia.
Do outro lado da moeda, destaques de centros com menor peso econômico e midiático na pirâmide do esporte global costumam desembarcar no Brasil. É o caso principalmente de vizinhos sul-americanos: historicamente, jogadores colombianos, uruguaios,

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Astrônomos registraram um fenômeno intrigante envolvendo uma estrela distante que passou vários meses com seu brilho drasticamente reduzido. Investigações revelaram que o bloqueio da luz foi causado por uma nuvem gigantesca formada por metal vaporizado que parece estar presa gravitacionalmente a um corpo ainda não identificado.
Essas são as conclusões de um estudo publicado na quarta-feira (21) no periódico científico The Astronomical Journal.
O que diz o estudo:
– Estrela J0705+0612 escureceu de forma prolongada e intensa;
– Nuvem de metal vaporizado bloqueou a luz do corpo celeste;
– A nuvem está presa a um objeto massivo ainda desconhecido;
– Configuração sugere disco circumplanetário ou circumsecundário;
– Origem pode ter sido colisão de grandes

Um dia após ser prorrogado o cessar-fogo entre o governo da SÃria e as forças curdas, milÃcias de civis curdos armados ocupavam cidades no norte do paÃs, preparando-se para uma guerra contra o governo de Ahmed al-Sharaa e o Estado Islâmico (EI).
Pedreiros, encanadores, empresários, estudantes universitários, dentistas e eletricistas montaram postos de controle espalhados pelas cidades curdas do norte da SÃria para deter integrantes do Estado Islâmico e o avanço das tropas do governo. Com fogueiras para espantar o frio de -2°C, civis armados de fuzis têm permanecido em seus postos nas ruas das 18h à s 6h todos os dias, há uma semana.
“De dia, vendo tulipas, jacintos e flores na minha loja. à noite, fico aqui de guarda contra o Daesh (como chamam o EI)”, disse à Folha Redwan Hussei

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