Manobrista responsável pela manutenção de piscina onde professora morreu depõe à polícia em SP

Manobrista responsável pela manutenção de piscina onde professora morreu depõe à polícia em SP
Investigadores trabalham com a hipótese de que o manuseio inadequado de substâncias químicas nas proximidades da área de aula tenha provocado a intoxicação
O funcionário identificado como responsável pelos cuidados com a piscina da academia onde uma professora morreu e quatro foram hospitalizados, após uma aula de natação compareceu à polícia nesta terça-feira (10/2). O homem, que atua como manobrista no local, se apresentou voluntariamente ao 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas, zona leste de São Paulo.
Ele chegou à delegacia acompanhado por advogados de defesa, com o rosto coberto, e passou a prestar esclarecimentos às autoridades. O inquérito apura as circunstâncias da morte de Juliana
A Polícia Civil de São Paulo ouviu hoje o funcionário que fez a manutenção da piscina onde uma mulher morreu após uma aula de natação. Os proprietários da academia C4 Gym, na zona leste de São Paulo, também serão ouvidos.
O que aconteceu
“Sou funcionário da empresa, só sigo ordens”, disse o homem, cujo nome não foi divulgado, à imprensa na delegacia. A advogada dele, Bárbara Bonvizini, afirmou que ele relatou ter recebido uma ordem de superiores por meio de mensagem no WhatsApp sobre os produtos que deveria usar na água.
Investigadores já conseguiram acessar o celular dele. Ele teria fornecido a senha do aparelho para que as mensagens fossem acessadas, de forma a colaborar mais rapidamente com a investigação, segundo sua defesa.
Até o momento, o funcionário alega que misturava apenas cloro
Fontes
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