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Mulher acusada de fingir ser criança durante estelionato detalha histórico mental em depoimento

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Mulher acusada de fingir ser criança durante estelionato detalha histórico mental em depoimento

Amanda de Oliveira, uma suspeita de se passar por uma menina de 12 anos para enganar famílias e obter benefícios sociais, teve seu caso revelado pelo “Balanço Geral” (Record) em um depoimento recente. A investigada afirma ter transtornos mentais desde a adolescência.

Contexto

Amanda é acusada de estelionato e falsa identidade, tendo enganado diferentes famílias por um período de 14 meses. O caso veio à tona após ela ser detida em Joinville, Santa Catarina.

Detalhes do crime

Amanda se passava por uma garota jovem para obter benefícios sociais e auxílio financeiro. Ela supostamente usou esse método em diferentes estados brasileiros, enganando várias famílias que pretendiam adotá-la.

Repercussão

A defesa de Amanda sustenta que os golpes teriam sido cometidos por causa de transtornos mentais e apresenta como evidência fotos de agulhas introduzidas no próprio corpo, supostamente em sessões de auto-cura.

Depoimento detalhado

Durante o interrogatório, Amanda afirmou ter sofrido tratamento para transtornos mentais desde a adolescência. Ela mencionou ser acompanhada no CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) em Horizonte, Ceará, e também no Hospital de Saúde Mental de Messejana, na capital cearense.

“Eu comecei, eu acredito que ainda tem alguma fichinha lá que comprove, no CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da cidade de Horizonte, no Ceará. E também fiz acompanhamento no Hospital de Saúde Mental de Messejana, que fica na cidade de Fortaleza, capital,” disse a ré.

O que vem agora

A situação atual envolve investigações em vários estados e uma avaliação psiquiátrica para determinar se Amanda realmente tem transtornos mentais. A defesa tentará usar esses argumentos em sua favor durante o julgamento.

Próximos passos

Amanda de Oliveira está sendo investigada e pode enfrentar acusações sérias, incluindo estelionato e falsa identidade. O caso será analisado por peritos psiquiátricos para avaliar a plausibilidade das alegações de transtornos mentais.

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