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Mulher presa por fingir ser criança aplicou mesmo golpe em 2023; saiba detalhes

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Mulher presa por fingir ser criança aplicou mesmo golpe em 2023; saiba detalhes
A criminosa já havia enganado vítimas na Baixada Fluminense alegando fugir de abusos e feitiçaria; polícia confirmou ao portal LeoDias tratar-se da mesma acusada
A chocante história da mulher que enganou uma família em Joinville, em Santa Catarina, fingindo ser uma menina de 12 anos, teve novas reviravoltas. A criminosa, que chegou a ganhar uma festa de aniversário infantil e dormia usando chupeta, é uma velha conhecida da Justiça. Em contato com o portal LeoDias, a Polícia Civil de Santa Catarina confirmou que a acusada é a mesma estelionatária presa em 2023, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, por aplicar exatamente o mesmo golpe.
No caso anterior, a mulher manipulou vítimas na Baixada Fluminense com um enredo

Jornalista esportiva processa CEO do Canal Goat por assédio sexual; entenda!
Ambos os lados se pronunciaram ao portal LeoDias
Conversas privadas, ligações fora do horário e ambiente de trabalho, promessas profissionais e acusações de perseguição. Esses são alguns dos elementos de um processo que tramita na Vara do Trabalho de São Paulo, obtido com exclusividade pelo portal LeoDias, no qual a jornalista esportiva Hanna Tenda acusa o fundador e CEO do Canal Goat, Ricardo Neistat Taves, de assédio sexual e moral durante o período em que trabalhou na empresa, entre fevereiro de 2024 e outubro de 2025.
A ação – à qual o portal LeoDias teve acesso com exclusividade durante o período em que esteve disponível para consulta pública – descreve uma série de situações que, segundo a jornalista relata

Promotor chama Jairinho de “psicopata severo” e diz que Monique ignorou sinais de violência
Durante a fase de debates do júri, acusação afirmou que a mãe de Henry Borel não percebeu alertas e criticou a postura dela antes e após a morte da criança
O julgamento do caso Henry Borel chegou ao seu décimo dia nesta quarta-feira (3/6), com os debates entre a acusação, na figura do Ministério Público, e a defesa dos réus. A repórter do portal LeoDias, Patrícia Teixeira, acompanhou o júri. Monique Medeiros e Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, respondem pelo crime do menino Henry Borel, morto aos quatro anos em março de 2021.
O promotor Fábio Vieira foi o primeiro a fazer suas considerações durante a fase de debates. Ao abordar os relatos feitos por Monique durante o interrogatório, o represent

O promotor Fábio Vieira manteve a acusação contra Jairo de Souza, o Jairinho, e a ex-diretora escolar Monique Medeiros, durante as alegações finais do julgamento da morte de Henry Borel. Ele chamou o padrasto de “psicopata severo” e a mãe de “narcisista”.
“Sentada aqui no banco dos réus, ela em nenhum momento disse: ‘podem me condenar, a pena maior foi a morte do meu filho’. Ela se coloca em primeira pessoa o tempo inteiro, o filho dela nunca esteve em primeiro lugar. Ela se diz a injustiçada”, diz Vieira, referindo-se a Monique, mãe de Henry.
No inÃcio da sua fala, o promotor passou um vÃdeo da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva que falava sobre psicopatas e narcisistas, o que relacionou ao comportamento dos réus.
Ele tambérm apontou o trecho de um livro para mencionar que o

2016: o ano em que o algoritmo mudou quem somos
Há dez anos, o Instagram anunciava o fim do feed cronológico.
Sem alarde. Sem votação. Sem que ninguém pedisse.
O Facebook já havia feito o mesmo um pouco antes. O Twitter também.
Quase simultaneamente, as três maiores redes sociais do planeta tomaram a mesma decisão de engenharia: o que você veria no seu feed não seria mais determinado pela ordem do tempo.
Seria determinado por um algoritmo treinado para saber o que te manteria na tela o máximo possível.
O ano de 2016 foi o momento em que a curadoria deixou de ser humana. O momento em que uma empresa de tecnologia decidiu que sabia melhor o que a gente queria ver. E dissemos: ‘tudo bem’.
Não foi uma bomba. Não foi um botão vermelho. Foi uma atualização de software. E mudou quem somos.
O argu

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