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Tenente-coronel acusado de matar esposa se dizia “macho alfa” e cobrava submissão

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Tenente-coronel acusado de matar esposa se dizia “macho alfa” e cobrava submissão
O tenente-coronel está custodiado no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da cidade. Para os investigadores, o crime teria sido motivado por ciúmes e comportamento possessivo
Preso na quarta-feira (18/3), sob suspeita de assassinar a soldado da Polícia Militar de São Paulo Gisele Alves com um disparo na cabeça, o tenente-coronel Geraldo Neto mantinha um discurso de dominação em relação à companheira. Em mensagens trocadas por WhatsApp, anexadas ao inquérito conduzido pela Polícia Civil, ele se autodenominava “macho alfa” e exigia que a esposa assumisse o papel de “fêmea beta obediente e submissa”. O caso é investigado como feminicídio e fraude processual. O crime ocorreu em 18 de fevereiro, dentro do a

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