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A China está na Copa do Mundo, e você pode nem ter se dado conta

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A China disputou sua única Copa do Mundo em 2002. Ainda assim, é possível que as duas últimas edições do torneio tenham representado o maior momento de exposição chinesa em Mundiais. Se não pelo futebol, ao menos quando o assunto são as empresas do país asiático, nada se compara aos investimentos agressivos feitos na Rússia, em 2018, e no Catar, em 2022.
Dados da agência de mídia Zenith apontam que companhias chinesas investiram cerca de US$ 835 milhões em publicidade e patrocínio na Copa do Mundo da Rússia — o equivalente a cerca de 35% do total global. Em 2022, no Catar, a consultoria GlobalData estimou os aportes chineses em US$ 1,395 bilhão, mais do que os US$ 1,1 bilhão investidos por marcas dos Estados Unidos.
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As razões para o Banco Central decidir cortar a Selic mais uma vez não convenceu o mercado. A decisão de estender para 2028 o horizonte considerado na política monetária funcionou como uma “bengala para justificar cortes”, resumiu Jeferson Bittencourt, head de macroeconomia do ASA. Para ele, que foi secretário-adjunto de Política Fiscal e Tributária do Ministério da Fazenda entre 2016 e 2019, o momento representa um “arranhão na reputação” da autoridade.
O argumento descrito na ata da reunião do Copom, divulgada na terça-feira (23), é que, sem o corte de juros agora, a inflação poderia cair ligeiramente abaixo da meta no primeiro naquele período. Mas, para o economista, a convergência da inflação não é um processo perfeito e monotônico, e a explicação para cortar a Selic para 1

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Nos últimos anos, à medida que Elon Musk se tornou mais vocal e politicamente visível, observadores passaram a debater se seu ativismo enfraqueceu ou fortaleceu a marca Tesla. Alguns argumentam que a Tesla afastou consumidores de esquerda que antes viam a empresa como sinônimo de progresso liberal e de compromisso com o clima. Outros sustentam que o posicionamento de Musk atraiu compradores de direita que anteriormente enxergavam os veículos elétricos (VEs) como algo desalinhado de sua identidade cultural.
Com CEOs — de Tim Cook, da Apple, a Marc Benioff, da Salesforce — cada vez mais envolvidos em ativismo político, empresas de diversos setores enfrentam um dilema semelhante: quando um líder se torna uma figura politicamente polarizadora, como medir o impacto sobre a marca e q

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Em uma noite iluminada pela lua, em abril de 1775, Paul Revere percorreu Massachusetts levando um aviso — “Os britânicos estão chegando” — enquanto tropas inglesas avançavam em direção a Lexington e Concord.
O episódio tornou-se uma das histórias mais emblemáticas da fundação dos Estados Unidos. No entanto, a cavalgada de Revere teve sucesso por um motivo mais profundo do que a coragem de um único mensageiro. As colônias compreendiam a ameaça britânica. O aviso de Revere forneceu urgência e sincronização, não persuasão. Os americanos agiram coletivamente porque, em grande medida, compartilhavam a mesma percepção da realidade.
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Durante boa parte da história do país, as instituições ameri

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Elon Musk tornou-se o primeiro trilionário do mundo em junho de 2026, quando o IPO recorde de US$ 75 bilhões da SpaceX — o maior da história — elevou seu patrimônio líquido para mais de US$ 1,1 trilhão.
Antes que comece a indignação, vale considerar o que esse número realmente é — e o que não é.
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Musk é trilionário por um único motivo: investidores, agindo por vontade própria e plenamente informados, concordaram em investir nesse preço. Ninguém foi obrigado, ninguém foi enganado, e o valor pago diz respeito apenas a eles e ao risco que decidiram assumir.
O que deveria interessar a todos, porém, é o que esse número realmente representa, porque quase certamente não é o que a maioria d

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