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A ‘rota da contaminação do metanol’, a partir de fábrica clandestina em São Bernardo

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Dois meses após a primeira morte por intoxicação por metanol em São Paulo, a Polícia Civil aponta que as bebidas alcoólicas adulteradas podem ter origem em uma mesma fábrica clandestina administrada por uma família no ABC Paulista.
Segundo a investigação, os suspeitos compravam etanol adulterado com metanol de dois postos de combustíveis da região, usados como fornecedores da matéria-prima tóxica.
A proprietária da fábrica está presa desde 10 de outubro, e três postos foram interditados até o momento. A venda de combustíveis “batizados” – mistura ilegal de etanol com metanol – teria alimentado o esquema de falsificação de bebidas destiladas distribuídas a bares e restaurantes da capital paulista.
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