Alta do dólar por “efeito Flávio” afetará decisão do BC em janeiro? Citi vê que não

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SÃO PAULO, 9 Dez (Reuters) – O avanço do dólar ante o real visto desde a última sexta-feira, após o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência em 2026, terá um impacto pequeno para a decisão sobre juros do Banco Central em janeiro, afirmou nesta terça-feira o economista-chefe do Citi Brasil, Leonardo Porto.
Em conversa com jornalistas em São Paulo, no evento Macro em Perspectiva, Porto citou que nesta manhã de terça-feira o dólar oscilava na faixa dos R$5,47, enquanto na reunião mais recente do Comitê de Política Monetária (Copom) a cotação da moeda norte-americana considerada pelo Banco Central foi de R$5,40.
“O BC não usará o R$5,47 (como referência em sua decisão). Ele usa a média dos dez dias”, afirmou Porto, referindo-se ao cálculo da taxa co
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A Reforma do Imposto de Renda injetará dinheiro no varejo, mas o potencial desse movimento se traduzir em caixa seguirá esbarrando no custo financeiro elevado pelos juros ainda altos em 2026. Essa foi uma das mensagens tiradas de uma coletiva de imprensa do Magalu que aconteceu na última segunda-feira (08) em São Paulo.
“Existe uma dicotomia. Por um lado a gente sabe que vai ter uma demanda… Por exemplo, é ano eleitoral. Fora a reforma do Imposto de Renda você tem o vale-gás e várias outras medidas que aquecem o consumo. É difícil acreditar que não vai ter consumo aquecido em ano eleitoral, mas ao mesmo tempo a gente não consegue cravar. Eu esperava uma queda de juros esse ano, que não aconteceu” afirmou Fred Trajano, CEO do Magalu.
A preocupação levantada pelo executivo é que,
Fontes
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