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Apenas 29% nos EUA apoiam execuções no caribe, aponta pesquisa Ipsos

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Apenas 29% dos norte-americanos apoiam o uso das Forças Armadas dos EUA para matar suspeitos de tráfico de drogas sem o envolvimento de um juiz ou tribunal, uma repreensão aos ataques do presidente Donald Trump no Caribe e no leste do Oceano Pacífico, segundo uma pesquisa Reuters/Ipsos.
A pesquisa de seis dias, encerrada na quarta-feira, no momento em que Washington continua um fortalecimento militar na América Latina que se concentra especialmente na Venezuela, mostrou que 51% dos entrevistados se opõem aos assassinatos de suspeitos de tráfico de drogas e o restante não tinha certeza de sua posição.
Em um sinal de divisão dentro do partido de Trump, 27% dos republicanos na pesquisa se opuseram à prática, enquanto 58% a apoiaram, e o restante não tinha certeza. Três quartos dos

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WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que está pedindo ao Departamento de Justiça que investigue os supostos vínculos de Jeffrey Epstein com o JPMorgan e várias figuras democratas proeminentes, incluindo o ex-presidente Bill Clinton.
A solicitação foi feita depois que um comitê do Congresso divulgou milhares de documentos que levantaram novas questões sobre o relacionamento de Trump com o criminoso sexual condenado.
Além de Clinton, que se relacionou com o financista no início dos anos 2000, Trump disse que pediu ao Departamento de Justiça que investigue o ex-secretário do Tesouro Larry Summers e Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, que também é um importante doador democrata.
EUA aprovam venda de armas para Taiwan por US$

Até quando o cinema consegue resistir ao avanço da inteligência artificial
Na série de quadrinhos “American Flagg!”, criada por Howard Chaykin nos anos 1980, o protagonista, um ex-ator, assumiu um novo trabalho como parte da força de segurança de um conglomerado político-econômico. A mudança de carreira tinha um motivo claro. A produtora da série de TV em que ele trabalhava simplkesmente o substituiu por um avatar digital, um intérprete feito à sua imagem e semelhança impulsionado por inteligência artificial.
O que era ficção científica há algumas décadas se tornou hoje parte da paisagem. IA é a nova febre de marketing, o caminho para o futuro, a caixa de Pandora aberta que pode mudar a tudo e a todos, eliminar profissões, alterar a face do planeta. Caos! Barbárie! Na prática, contudo, a f

Brasileiro quer distância, mas não sabe reconhecer música feita com IA
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O seu ouvido é a nova frente de batalha da inteligência artificial generativa, aquela capaz de construir conteúdo similar ao de um humano. Exagero? Nem tanto. Quer ver? Os tocadores digitais estão sendo invadidos por músicas feitas integralmente com IA. Artistas de pixels —mas não de carne e osso— assinam contratos milionários com grandes gravadoras. Canções de bandas e músicos sintéticos começam a chegar ao topo das paradas de sucesso.
E, a julgar pelo grau de percepção dos ouvintes, a música feita por IA encontrará pou

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