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As propostas dos candidatos sobre bets, reforma tributária e ajuste fiscal

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A necessidade de um ajuste fiscal imediato que permita uma trajetória de queda sustentável da taxa de juros, que sufocam as empresas e a população; maior controle sobre as bets e suas propagandas; e ajustes na reforma tributária, que entrará em vigor em 2027.
Estes foram alguns dos assuntos abordados pelos porta-vozes econômicos dos principais candidatos à Presidência durante duas horas de debate realizado pelo jornais O GLOBO e Valor Econômico e pela rádio CBN, nesta terça-feira, em São Paulo.
Foram convidados para participar os porta-vozes para a economia dos seis candidatos mais bem colocados na pesquisa Quaest mais recente – Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro, (PL), Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo). Apenas

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Aproximadamente R$ 153 milhões recuperados de esquemas de corrupção retornarão aos cofres públicos do estado do Rio de Janeiro, após ação penal proposta pelo Ministério Público Federal (MPF).
Do total, R$ 114 milhões vão para segurança pública, incluindo a aquisição de veículos blindados. Os R$ 39 milhões restantes serão destinados à Controladoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro. A liberação foi obtida por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ). Os valores já estão disponíveis para uso.
Lula: Meu filho não tem proteção, só quero que tenha a igualdade que há para todos
Presidente também pediu que processo sobre Fábio Luís seja divulgado
Flávio Bolsonaro diz que Dino e ‘tropa de choque de Lula no STF’ protegeram Moraes
“Há esperança no Brasil sem os ministros de Lula no

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presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (15) em entrevista à Record, que seu filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido na mídia como Lulinha, “não tem proteção” e que “se tiver culpa, vai pagar”.
De uma forma não muito clara, Lula esboçou um pedido para que o processo sobre seu filho seja divulgado. Pediu que “abram as coisas do meu filho”, sem ser explícito quanto à quebra do sigilo do processo. No caso Master, o presidente foi explícito ao pedir a quebra de sigilo nos últimos dias.
“Já disse publicamente, o meu filho não tem proteção. Quero que ele tenha a igualdade que tem que se dar para todo mundo. Ele não nasceu para errar, nasceu para acertar. Agora, abram as coisas do meu filho. Se ele tiver culpa, vai pagar pela culpa dele. E ele sabe disso”

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Candidatos e nomes ligados à direita recorreram à expressão “pizza” nesta terça-feira, 15, para reagir ao encerramento da sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) após pedido de vista de Flávio Dino.
Renan Santos (Missão) classificou o resultado como uma “pizza horrorosa”. Guto Zacarias (MBL-SP) afirmou que o julgamento “deu em pizza” e Nikolas Ferreira (PL-MG) questionou se o caso terminaria da mesma forma.
O STF encerrou a sessão desta terça-feira sem decidir sobre o mérito do pedido de investigação envolvendo Alexandre de Moraes. Antes do pedido de vista de Flávio Dino, o placar estava em 4 a 3 contra a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que propôs analisar conjuntamente o caso de Moraes e a ação sobre André Mendonça, além de redistribuir a relato

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O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, criticou nesta terça-feira (15) o adiamento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O candidato culpou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino e voltou a associar Moraes ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“O ministro Alexandre de Moraes vai ser investigado pelos crimes que ele cometeu, em tese. A tropa de choque do Lula no Supremo apenas adiou o início disso, o fim da impunidade”, declarou, durante comício em Fortaleza (CE), ao lado do deputado André Fernandes (PL-CE). Dino foi quem pediu mais tempo para analisar o caso.
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