Ata do Copom: Risco fiscal e inflação dividem mercado sobre novos cortes na Selic

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A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o corte da taxa básica de juros, a Selic, a 14% ao ano na semana passada, mostrou uma autoridade monetária dividida entre o reconhecimento de uma desinflação em curso e a necessidade de cautela extrema.
Para especialistas e economistas, o documento deixa claro que os próximos passos para a flexibilização dos juros serão rigorosamente dependentes dos dados, especialmente em relação à inflação de serviços e ao nível de atividade.
Mas essa persistência de expectativas inflacionárias desancoradas, somada às incertezas da política fiscal, cria uma divisão na análise da ata no mercado: enquanto parte projeta a manutenção dos juros para frear a demanda e segurar a inflação, outra parcela ainda vê espaço para um alívio monetário contí
O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (11), CDBs com taxas prefixadas de até 14,650% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,270% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 100% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 10,890% em um ano, enquanto as atreladas à inflação que pagam até IPCA+ 6,160% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 84% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs contam com taxas prefixadas de até 10,490% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 80,5% do CDI com vencimento em 1 ano.
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino afirmou nesta terça-feira (11) que o Judiciário não enfrenta uma crise “terminal e apocalíptica”, mas reforçou a defesa de que uma reforma pode aperfeiçoar o sistema de Justiça.
A avaliação foi feita numa postagem em suas redes sociais em homenagem ao Dia do Advogado, celebrado nacionalmente nesta terça.
“Claro que há pontos negativos em tais instituições, porém é falso que existe uma ‘crise’ terminal e apocalíptica no mundo do direito, mormente no Judiciário”, afirmou.
“Essa é uma pregação fruto, no mais das vezes, de objetivos ideológicos, oportunismos político-eleitorais e interesses econômico-financeiros. Ou, na melhor das hipóteses, esse discurso deriva de deletérios vieses de confirmação, que recortam, fraudam e moldam a realid
Fontes
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