Azimut reduz multimercados e vê maior peso da eleição na bolsa em setembro

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A Azimut Brasil Wealth Management reduziu a recomendação para o investimento em fundos multimercados em setembro, diante de um desempenho bastante aquém do esperado dessa classe de ativos. Em relatório enviado aos clientes, a gestora de recursos espera também maior volatilidade e assimetria dos preços das ações brasileiras nos próximos meses por conta da eleição presidencial, mas espera um novo corte dos juros pelo Banco Central na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
A gestora diz que manteve as aplicações em juros reais locais, tendo em vista “o patamar historicamente atrativo dos ativos indexados à inflação”, e segue com exposição reduzida em taxas prefixadas, diante da menor visibilidade sobre o ritmo de cortes da taxa Selic pelo BC e da alta das taxas l
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,32% no mês de agosto, superando as projeções do mercado e confirmando o alívio nos preços no curto prazo. Com o recuo mensal, o acumulado em 12 meses desacelerou de 4,44% em julho para 4,22% em agosto, mantendo-se dentro do intervalo de tolerância da meta, com teto de 4,50%. Isso reforça a tese de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve cortar os juros na próxima reunião.
Mas, segundo economistas, a análise dos dados mostra que o resultado foi fortemente influenciado por fatores temporários e voláteis, mantendo aceso o alerta dos dados para os próximos meses, quando é esperado um repique nos preços.
“Para os próximos meses, a inflação deve voltar a subir, liderada pelo preço
Fontes
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