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Banco Mundial prevê recuo de 2% no índice de preços agrícolas em 2026

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O índice de preços agrícolas calculado pelo Banco Mundial deve recuar cerca de 2% em 2026. Segundo as projeções divulgadas nesta semana, os preços de alimentos e de matérias-primas agrícolas devem permanecer estáveis no geral ao longo do ano – à medida que o crescimento da oferta deve acompanhar a demanda — mas preços de bebidas (como café e cacau) devem cair cerca de 7%, com uma estimada expansão da oferta.
O Banco Mundial listou os fatores que devem afetar os preços das commodities agrícolas ao longo do ano, como o comportamento do PIB global, a desvalorização o dólar ante outras moedas, os custos dos insumos, a demanda por biocombustíveis e as políticas comerciais agressivas praticadas pelos países.
Segundo a publicação, riscos de alta decorrentes de eventos climáticos extre

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CINGAPURA/PEQUIM, 5 Fev (Reuters) – Importadores chineses de soja enfrentam custos muito mais elevados para importar 8 milhões de toneladas adicionais de cargas dos EUA, cuja compra, segundo o presidente Donald Trump, Pequim está avaliando, já que os suprimentos concorrentes do Brasil estão muito mais baratos em sua temporada de pico de exportação.
Ainda assim, Pequim poderia ordenar compras pelas empresas estatais de grãos para agradar Trump antes de sua visita à China, prevista para abril, enquanto busca outras concessões de Washington, afirmaram operadores e analistas.
“Existe uma lógica de mercado no momento para a China adquirir mais soja dos EUA, justamente quando a safra do Brasil está chegando? Não”, disse Even Rogers Pay, diretor da consultoria Trivium China, com sede

O petisco ‘humilde’ da Coreia que virou febre global e atingiu preço recorde em 2026
– Author, Yuna Ku
– Reporting from, Seoul
– Author, Suhnwook Lee
– Reporting from, Seoul
– Tempo de leitura: 5 min
Preta, crocante, geralmente em folha e de formato quadrado, a alga marinha seca, conhecida também como “gim”, é um alimento básico e modesto presente nas mesas do dia a dia em toda a Coreia do Sul. Mas, à medida que a sua popularidade global cresce, a alta dos preços começa a preocupar os apreciadores do produto no país.
Lee Hyang-ran vende “gim” há 47 anos.
“No passado, as pessoas de países ocidentais achavam que os coreanos comiam algo estranho que parecia um pedaço de papel preto”, disse a vendedora, que está na casa dos 60 anos, falando de uma pequena barraca de mercado no centro de Seoul.

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