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BC vê moderação da atividade e diminuição da inflação, mas defende manter vigilância

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(Reuters) – O Banco Central afirmou que observa uma moderação gradual da atividade econômica, diminuição da inflação corrente e redução nas expectativas de inflação, conforme o esperado, mas ressaltou que seguirá vigilante e poderá voltar a elevar juros se necessário, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
“O Comitê avalia que a condução cautelosa da política monetária tem contribuído para se observar ganhos desinflacionários e, mais uma vez, reafirma o firme compromisso com o mandato do Banco Central de levar a inflação à meta”, disse o BC no documento.
Na semana passada, o BC decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano e não sinalizou quando poderá iniciar um ciclo de cortes nos juros, reforçando que a manutenção desse nível p

O BC (Banco Central) divulgou a ata com as motivações que resultaram na manutenção da taxa Selic em 15% ao ano pela quarta vez consecutiva. O documento do Copom (Comitê de Política Monetária) destaca que a preocupação com a inflação ainda persiste e não dá indícios do início do ciclo de cortes dos juros, como prevê o mercado financeiro a partir do primeiro trimestre de 2026.
O que diz a ata
BC não dá sinais de queda da taxa básica de juros. Ao justificar a nova manutenção da taxa Selic em 15% ao ano, os diretores do Copom avaliam que a decisão é compatível com a estratégia de aproximar a inflação do centro da meta de 3% definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). “A estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, é adequada para a

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