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Boas práticas de governança renderam 224% a mais na América Latina, diz Morgan

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Empresas latino-americanas com melhores práticas de governança corporativa entregaram retornos significativamente superiores aos de companhias com estruturas mais frágeis nos últimos 15 anos, segundo estudo do Morgan Stanley sobre 183 empresas da região.
De acordo com a análise, companhias classificadas no quartil superior de governança superaram aquelas do quartil inferior em 224% desde 2010 em índices ponderados por valor de mercado. Em uma metodologia de pesos iguais, a diferença ainda foi expressiva, de 145%.
O banco conclui que “vale a pena ser bem governado” na América Latina e argumenta que critérios de governança podem funcionar como um importante diferencial para a seleção de ações, especialmente em uma região marcada por elevada concentração acionária e forte influênc

*Por Guilherme Machado
Com uma grande atuação, o Santos bateu o Cruzeiro por 2 a 1 neste sábado, pela 27ª rodada do Brasileirão, na Vila Belmiro. Em uma grande noite coletiva da equipe comandada pelo técnico Cuca, o Peixe teve um primeiro tempo dominante e conseguiu garantir seu terceiro triunfo consecutivo no Campeonato.
Jogando em casa, sobre forte chuva, o Santos demostrou não sentir a falta das suas duas principais estrelas, Neymar (lesionado) e Gabigol (suspenso), dominou as ações ofensivas da partida e criou diversas oportunidades.
Na primeira etapa, o time finalizou 16 vezes e conseguiu chegar aos seus dois gols. No jogo como um todo, foram 31 finalizações, com 53% da posse de bola.
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A atual crise entre Brasil e Estados Unidos, agravada em agosto com a revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, ocorre em meio a um contexto mais amplo de transformações na diplomacia americana.
Especialmente neste segundo mandato, iniciado em 20 de janeiro de 2025, o presidente republicano Donald Trump vem adotando uma política externa comumente descrita por analistas como “transacional”, ou seja, que busca maximizar os ganhos para os EUA de forma mais imediata.
Isso é demonstrado por iniciativas como as guerras tarifárias e tentativas de influenciar eleições e assuntos domésticos em outros países.
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