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Boeing tenta conter desgaste após novos atrasos do 777X, maior bimotor do mundo

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DUBAI (Reuters) – A Boeing planeja traçar o caminho para a certificação de seu programa de mini-jumbo 777x, muito atrasado, em contatos com as companhias aéreas no Dubai Airshow desta semana, em vez de usar o evento para maximizar anúncios de novos pedidos, disse um executivo de alto nível no domingo.
No mês passado, a Boeing anunciou um novo atraso e assumiu um encargo de US$4,9 bilhões por seu maior avião bimotor, empurrando as entregas para 2027, sete anos depois do planejado originalmente.
“Sempre queremos lutar, competir e vencer, mas para mim não se trata de pedidos nos próximos dois ou três dias”, disse Stephanie Pope, presidente-executivo da Boeing Commercial Airplanes, antes da exposição de 17 a 21 de novembro.
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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que o governo trabalha com alívio gradual do custo de vida a partir de 2026, combinando redução de tarifas sobre alimentos importados e cortes de impostos para trabalhadores. Ele também disse que a proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, de enviar pagamentos de US$ 2 mil aos norte-americanos depende de aprovação do Congresso. “Vamos ver. Precisamos de legislação para isso”, afirmou ao programa Sunday Morning Futures, da Fox News.
As declarações foram dadas dois dias depois de Trump anunciar cortes tarifários para carne, café, cacau e frutas.
A medida afeta exportadores brasileiros que haviam sido atingidos pelas tarifas recíprocas de 10% em abril e por uma sobretaxa adicional de 40% em agosto. O tarifaço é

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