Bradesco projeta forte crescimento das farmacêuticas em 2026 com impulso do GLP-1

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O Bradesco BBI prevê a continuidade do forte momentum das drogarias RD Saúde (RADL3), Pague Menos (PGMN3) e Panvel (PNVL3), impulsionado pela aceleração das vendas de medicamentos à base de GLP 1, usados para reduzir os níveis de açúcar no sangue e na perda de peso.
Segundo o banco, as vendas mais do que dobraram desde o lançamento do Mounjaro em maio de 2025, criando uma base de comparação fraca no primeiro semestre de 2026 (1S26), e que devem ganhar tração adicional com a introdução de genéricos de semaglutida, princípio ativo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, no segundo semestre. No caso da RD Saúde, o cenário positivo também é reforçado por uma base fraca de comparação no segmento de Higiene e Cuidado Pessoal.
Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa sobe, renova máximas e chega a
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Depois de o Ibovespa atingir um novo recorde histórico na última quarta-feira (21), ao ultrapassar os 171 mil pontos, o Morgan Stanley avalia que a Bolsa brasileira ainda tem espaço relevante para subir com a aproximação das eleições de 2026.
Em relatório divulgado nesta quinta-feira (22), o banco afirma que o mercado acionário brasileiro pode avançar cerca de 20% até o fim de 2026 em seu cenário base. Em um cenário mais favorável, com alternância de poder e a formação de um governo visto como mais pró-mercado, o potencial de alta pode chegar a 46% – sobre o patamar de fechamento de ontem, faria o índice atingir os 250 mil pontos.
Segundo o banco, o Brasil pode estar entrando em um ciclo de alta mais longo, acompanhado por outros países da América Latina. Para os analistas, trê
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O mercado brasileiro de fundos de investimento imobiliário (FIIs) amadureceu, mas não se consolidou. Após mais de duas décadas, centenas de fundos listados e milhões de investidores, a indústria ainda carece de escala, liquidez e eficiência. O problema não é econômico — é estrutural e regulatório.
Apesar do grande número de FIIs, poucos fundos têm patrimônio relevante. A maioria opera com menos de US$ 50 milhões, baixa liquidez e base pulverizada de pessoas físicas. Nesse cenário, pequenas ordens afetam preços, ampliam volatilidade e afastam investidores institucionais. Os maiores negociam com prêmio de liquidez; os menores ficam presos a um ciclo de iliquidez e desconto.
O contraste internacional é evidente. Os EUA têm menos REITs (Real Estate Investment Trusts) do que o Brasi
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A liquidação de três instituições financeiras em pouco mais de dois meses – Master, Reag e Will Bank – causou desconforto em muitos investidores que vinham ampliando suas aplicações em papéis de bancos de menor porte. A demora do Fundo Garantidor de Crédito, o FGC, em começar o processo de pagamento do Master e os problemas com a análise dos documentos de muitos investidores acrescentam uma camada a mais de inquietação. Apesar da reação inicial, de retração dos investidores em relação a esses papéis e eventuais pressões em taxas, porém, analistas observam que são casos isolados e esperam que o interesse volte ao normal nos próximos meses.
Pode haver um maior escrutínio dos investidores com relação a CDBs de bancos menores a partir de agora, diz Camilla Dolle, head de renda fixa
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/mercados/bradesco-projeta-forte-crescimento-das-farmaceuticas-em-2026-com-impulso-do-glp-1/
- https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-a-250-mil-morgan-ve-bolsa-subindo-ate-46-com-eleicoes-veja-apostas/
- https://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-imobiliarios-por-que-a-consolidacao-nao-avanca-no-brasil/
- https://www.infomoney.com.br/onde-investir/apos-susto-com-master-e-will-bank-cdbs-devem-voltar-ao-cardapio-veem-analistas/
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Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
