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Cenário: Ibovespa perde força e acende alerta de queda; Wall Street renova recordes

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Os mercados encerraram a última semana com sinais distintos. No Brasil, o Ibovespa voltou a ganhar força vendedora, caiu 3,08% e terminou aos 172.513 pontos, interrompendo duas semanas consecutivas de alta. O índice rompeu as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, reforçando o risco de continuidade da queda caso perca a região de 172.130/169.665 pontos. O dólar futuro também recuou, mas segue entre as médias de 9 e 21 períodos, sem uma direção claramente definida.
Em Wall Street, o movimento permanece favorável aos compradores. A Nasdaq acumula alta de 5,19% em agosto e se aproxima novamente da máxima histórica de 27.190 pontos. O S&P 500, por sua vez, completou a segunda semana consecutiva de valorização e renovou seu recorde nos 7.791 pontos, mantendo-se acima das médias móve

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A Fleury (FLRY3) voltou ao radar dos investidores após aparecer entre os ativos mais “esticados” do Ibovespa, segundo a leitura do Índice de Força Relativa (IFR). Na aferição mais recente, o indicador alcançou 79,37 pontos, permanecendo em região de sobrecompra — patamar que normalmente indica que, após uma trajetória mais intensa de valorização, o papel pode passar por movimentos de realização de lucros ou correções técnicas no curto prazo. Em 2026, as ações da companhia acumulam alta de 26,66%, enquanto, no intervalo de 12 meses, a valorização chega a 39,91%.
Na direção contrária, a Marcopolo (POMO4) aparece entre os papéis mais “descontados” do índice, com IFR em 23,34 pontos, mantendo-se em região de sobrevenda. Embora esse cenário possa indicar uma oportunidade potencial p

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, voltou a ser criticado nesta segunda-feira (10) com a publicação de uma carta conjunta de três confederações continentais, Uefa, Concacaf e AFC, que enfatizam que o futebol “não pertence a nenhum indivíduo”, no mais recente capítulo da grande crise na entidade.
“A liderança no futebol não é uma posse. Não se trata de deter — ou exigir — o poder para si próprio”, afirmam as três confederações na carta.
“Quando a confiança é rompida por meio do engano, quando um indivíduo se coloca acima do coletivo que lhe confiou autoridade, este dever foi abandonado”, acrescentam as três confederações em uma “carta aberta à família do futebol”.
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Depois de precisar amputar os dois braços e as duas pernas aos 18 anos, Pedro Pimenta encontrou nos Estados Unidos um modelo de reabilitação que mudaria sua relação com a deficiência e, anos mais tarde, se transformaria em negócio. Hoje, ele é fundador da Da Vinci Clinic, especializada na fabricação de próteses e na reabilitação de pessoas amputadas, com duas unidades no Brasil.
Mais de 200 pacientes são atendidos por ano nas clínicas. Criada em 2021, em Barueri (SP), a empresa abriu uma segunda unidade em Belo Horizonte (MG) em 2025. Agora, Pimenta se prepara para dar outro passo: a criação do Instituto Pedro Pimenta, prevista para o primeiro semestre de 2027, com atuação voltada à defesa de direitos e à melhoria das condições de reabilitação de pessoas amputadas.
Pimenta é um dos palestr

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