China se distancia da questão da Groenlândia, mas alerta contra dependência dos EUA

PEQUIM, 21 Jan (Reuters) – A China rejeitou nesta quarta-feira especulação de que competiria por influência no Ocidente, no momento em que a tentativa dos EUA de assumir o controle da Groenlândia ameaça remodelar a dinâmica de poder de uma aliança de segurança transatlântica de décadas.
A ambição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tirar da Dinamarca a soberania sobre a Groenlândia abalou os membros da Otan e fez com que a Europa repensasse sua tradicional dependência de segurança dos Estados Unidos.
Ao ser questionado se Pequim saudava o ‘caos’ em relação à Groenlândia, Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, disse em uma coletiva de imprensa: ‘Não temos intenção de competir por influência com nenhum país, nem jamais faríamos isso’.
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, em 21 de janeiro de 2026. — Foto: REUTERS/Denis Balibouse
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a Europa em seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira (21).
Em meio a tensões com líderes europeus por conta de sua intenção de anexar a Groenlândia, Trump disse que “a Europa não está indo na direção correta”.
Após atrasar por conta de um problema elétrico no Air Force One nesta madrugada, Trump chegou nesta manhã a Davos para fazer um discurso que promete ser marcado por sua intenção de anexar a Groenlândia. Mas o norte-americano será recepcionado por líderes da Europa mais reativos e prometendo uma “resposta firme” às investidas de Trump sobre o ter
Fontes
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