Com crise no Rio, Casa Civil analisa projeto antifacção; veja os pontos

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Elaborado pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública, o projeto de lei antifacção está em análise na Casa Civil e pode ser enviado ao Congresso até o fim da semana, de acordo com interlocutores do Palácio do Planalto.
O texto chegou à Casa Civil na quarta, depois de receber um parecer favorável da Advocacia-Geral da União (AGU) na véspera. O projeto está sendo avaliado pela equipe técnica antes de ser levado para a assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, etapa que antecede o envio ao Congresso.
Em meio à crise na segurança pública após a megaoperação no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos, o governo tenta acelerar a tramitação do texto para se posicionar no combate à violência. Na noite de quarta, Lula afirmou nas redes sociais que “não podemos aceitar que o
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Os nomes escalados para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, determinada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) depois da operação mais letal já realizada no Rio de Janeiro, mostram um número maior de membros da oposição. O colegiado irá apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento do crime, com foco na atuação de milícias e facções. A expectativa é que as sessões se tornem palco de embates entre governistas e a oposição.
Entre os senadores indicados para a titularidade das vagas estão o filho primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e Sérgio Moro (União-PR).
O senador licenciado Marcos do Val (Podemos-ES) foi indicado como membro titular, mas caso não assuma o posto deve ser substituído por Márc
Fontes
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