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Com “fluxo extraordinário”, JPMorgan vê Brasil como porto seguro na América Latina

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Mesmo no ambiente global de forte incerteza, os fluxos de capital no Brasil atingiram quase US$ 7 bilhões até 19 de março, dando continuidade a uma forte tendência que, até o momento, trouxe R$ 48,5 bilhões ao país no acumulado do ano, ou aproximadamente US$ 9,2 bilhões.
Dos 14 dias de março para os quais há dados disponíveis sobre fluxos, houve apenas 3 dias de saída. Até agora, este é o segundo melhor fluxo já registrado, atrás apenas de 2022. Naquela época, o Brasil recebeu um volume enorme de fluxos, provenientes principalmente da crise da Rússia (exclusão do índice MSCI e por ser o país com maior intensidade de commodities no índice).
Na visão de Emy Shayo e Cinthya Mizuguchi, do JPMorgan, “é extraordinário que o Brasil esteja recebendo fluxos em um momento de aversão ao r

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