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Comércio espera vendas similares às do ano passado na Black Friday

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As expectativas do comércio para a Black Friday 2025 no Estado de São Paulo apontam para um cenário de estabilidade, com avanço moderado das vendas e um consumidor mais cauteloso e seletivo. É o que revelam as pesquisas divulgadas pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e pela FecomercioSP, indicando que a data continua relevante para o varejo, mas não com o mesmo ímpeto observado nos últimos anos, especialmente em 2024, quando o impulso promocional e a recomposição pós-inflação aceleraram o consumo.
A pesquisa encomendada pela ACSP para a PiniOn foi feita com 861 famílias e mostra que 34% dos paulistas pretendem comprar na Black Friday, percentual menor que o do ano passado. Ao mesmo tempo, cresceu o grupo de indecisos (31,5%), reflexo de um consumidor que avalia com mai

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A venda da marca Pelé para a NR Sports, empresa ligada a Neymar e à família do jogador, movimentou o mercado do futebol nesta semana e abriu uma discussão central no esporte e no marketing: é possível mensurar o valor de um patrimônio cultural como o Rei do Futebol?
A negociação está avaliada em cerca de US$ 18 milhões, algo próximo de R$ 95 milhões. O acordo incluirá direitos sobre nome, imagem, acervo histórico e usos comerciais associados ao ídolo. Até agora, a exploração da marca era feita pela agência norte americana Sport 10, mas a família entendia que a presença de Pelé vinha sendo pouco ativada desde sua morte em 2022.
A expectativa com a mudança é a ampliação de ativações no mundo digital, incluindo criação de novas plataformas e novos modelos de licenciamento global.

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Uma pesquisa inédita feita pelo Infojobs em parceria com o Movimento Black Money aponta que sete em cada dez profissionais negros (71%) afirmam que já sofreram racismo ou preconceito no ambiente de trabalho. A violência está tão impregnada na rotina que quase metade dos entrevistados (49%) afirmou que o preconceito aconteceu em diversos momentos e contextos profissionais.
Além disso, a pesquisa aponta que a desigualdade de oportunidades persiste. Mesmo que 53% dos respondentes estejam empregados e 28% tenham pós-graduação, eles afirmam que as chances de crescimento são desiguais.
Os números mostram que o racismo no mercado de trabalho brasileiro está longe de ser exceção porque ele se repete, silenciosamente, em entrevistas, promoções e relações hierárquicas. A pesquisa ouviu 8

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A 1ª Vara do Juizado Especial Cível de São Paulo condenou o Bradesco a pagar R$ 25 mil em danos morais à designer Fabiana Amaral após a morte do seu cão labrador, Pudim, intoxicado pelas sementes de uma planta altamente tóxica presente no jardim de uma agência da instituição, na zona Oeste da capital paulista. O caso ocorreu em março deste ano e reacende discussões sobre responsabilidade civil, dever de cuidado em áreas semipúblicas e a proteção jurídica aos animais de estimação.
A planta Cycas revoluta encontrada no local, conhecida também como palmeira-sagu, é considerada extremamente tóxica para animais e humanos. Em algumas cidades, como Rio de Janeiro e Uberaba, seu cultivo é proibido por lei. Em São Paulo, normas antigas que impediam o plantio de espécies tóxicas em áreas

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Há mais de 30 milhões de empreendedores no Brasil, e apenas 10 milhões são mulheres. No recorte de pequenas e médias empresas do varejo digital, contudo, o jogo vira: 57% dos negócios são liderados por mulheres.
Uma delas é a empresária Ana Paula Xongani, que começou sua trajetória em 2009, fundando uma loja online de acessórios ao lado de sua mãe. O e-commerce ganhou uma loja física, o Ateliê Xongani, especializado em moda afro-brasileira, em 2015, ano em que a Ana Paula começou a criar conteúdo para redes sociais – sobre empreendedorismo e, depois, adicionando as pautas sociais, como negritude, empoderamento feminino, educação e beleza.
“Hoje, quando vou falar sobre outros assuntos, inevitavelmente as questões sociais de empreendedorismo são transversais”, explica. “Eu não co

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