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Como fundador da Citadel foi peça-chave na construção da seleção dos EUA para a Copa

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A campanha da seleção masculina dos Estados Unidos na Copa do Mundo terminou na noite de segunda-feira, em Seattle, onde a Bélgica derrotou os americanos por 4 a 1 nas oitavas de final, eliminando a última das três seleções anfitriãs do torneio. Ainda assim, a derrota entrou para a história: foi a transmissão de futebol mais assistida da história da TV nos EUA, com pico de mais de 36,8 milhões de espectadores entre 21h15 e 21h30 no horário da Costa Leste, segundo a Fox, que informou que 30 milhões de pessoas acompanharam a partida. O número superou o recorde anterior de audiência para um jogo de futebol nos EUA, estabelecido apenas uma semana antes, na partida entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina, que atraiu 26,4 milhões de telespectadores.
Esse nível de apoio da torcida

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O iFood, um dos patrocinadores da CBF, avalia que atingiu os objetivos de suas ações na Copa do Mundo, mesmo com a eliminação precoce da Seleção Brasileira nas oitavas de final. As campanhas da empresa de delivery, que agora passa a mirar os principais jogos restantes do torneio, alcançaram mais de 185 milhões de pessoas em 350 publicações.
“Em vez de apostar em uma única trajetória da Seleção, desenvolvemos planos de comunicação e ativações para cada fase da competição, o que nos deu flexibilidade para adaptar rapidamente a estratégia conforme o torneio evoluía e as conversas aqueciam”, afirma a vice-presidente de marketing do iFood, Ana Gabriela Lopes.
Além do patrocínio à CBF, a empresa também fechou um acordo com a CazéTV, única detentora dos direitos de transmissão de todo

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O início do ciclo de corte de juros costuma ligar um alerta no investidor de renda fixa: se a Selic vai cair, a janela para garantir as taxas mais altas tende a se fechar. É esse o pano de fundo das recomendações dos principais bancos e corretoras nesse começo de julho.
No mês passado, o Copom cortou a Selic para 14,25% ao ano, mas os juros nominais e reais seguem em patamar historicamente elevado. A taxa da NTN-B de 2035, usada como referência de juro real, avançou de 7,72% no fim de maio para 8,14% em junho, pressionada pela inflação ainda resistente e pelas incertezas fiscais que seguram a ponta longa da curva. O nível atual de juro real só encontra paralelo na crise de 2008.
Nesse ambiente, o consenso dos analistas aponta para os títulos atrelados à inflação de prazo mais l

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A alta do petróleo em meio à nova escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã impôs uma leitura mais seletiva à Bolsa brasileira nesta quarta-feira (8), separando os papéis que podem se beneficiar do barril mais caro daqueles mais expostos à pressão de custos, dólar e juros.
No fechamento, o Ibovespa encerrou em queda de 0,79%, aos 170.665 pontos, enquanto o Brent fechou com alta de 5,2%, cotado a US$ 78,02. O movimento refletiu o aumento do prêmio de risco geopolítico, em meio ao temor de novas restrições à oferta global e de eventual impacto sobre o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz.
De um lado, empresas ligadas à produção e exportação da commodity, como petroleiras, tendem a capturar parte do efeito positivo de um Brent mais alto. De outro, companhias intensivas e

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