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Como os mercados vão receber a decisão do Copom nesta 5ª?

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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, nesta quarta-feira (5), pelo corte de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic. A decisão já era mais que esperada pelo mercado e os olhares se voltaram para o comunicado do colegiado em busca de sinalizações futuras. Não encontraram.
O comunicado citou petróleo, juros nos EUA e inflação como fatores definidores de mais cortes na Selic. No entanto, mais uma vez, o colegiado reiterou que as futuras decisões ficam em aberto até que os cenários (no plural) se definam.
“Em decorrência da dinâmica dos riscos associados à evolução dos preços, o Comitê reafirma que a magnitude total do ciclo de calibração será estabelecida à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta”, afi

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O Copom cortou a Selic em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira (5), para 14% ao ano, no quarto movimento consecutivo do ciclo iniciado em março. A decisão foi unânime e veio na linha com o que o mercado esperava. O comunicado, porém, dividiu opiniões e é um dos fatores mais importantes para o investidor de renda fixa que quer saber o que fazer com sua carteira agora.
A resposta começa pelas taxas, que se mexeram antes do anúncio. O Tesouro IPCA+ 2045 negociava a IPCA + 7,57% nesta quarta, contra IPCA + 7,76% em 30 de julho. “A curva de juros já passou por alguns ajustes nas últimas semanas, diante da possibilidade de corte na reunião de hoje”, lembra Augusto Parente, especialista em investimentos e sócio-fundador da AW Capital. Ele cita ainda o contrato de DI futuro para ja

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