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Copel (CPLE6) em alta e Marfrig (MBRF3) em baixa: o que explica esses movimentos?

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A Copel (CPLE6) chama atenção por figurar entre as ações mais “caras” do Ibovespa segundo o Índice de Força Relativa (IFR). A leitura mais recente coloca o ativo em 74,63 pontos, patamar de região de sobrecompra — sinal de que, após forte valorização, pode estar perto de uma correção. No acumulado de 2025, os papéis sobem 54,89%, enquanto em 12 meses avançam 45,96%.
Na ponta oposta, a Marfrig (MBRF3) aparece como uma das ações mais “baratas” do índice, com IFR em 23,18, nível de sobrevenda que sugere possível desconto e oportunidade para investidores em busca de entrada. O desempenho, porém, é negativo: em 2025 a queda é de 22,61%, e no acumulado de 12 meses a recua 1,30%.
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O cenário de mercado segue construtivo, com os principais índices globais mostrando resiliência e o Ibovespa retomando força após semanas de correção. A melhora do apetite ao risco no exterior tem sustentado o fluxo comprador, principalmente em ações ligadas a commodities e bancos, enquanto o dólar futuro permanece pressionado em tendência de baixa. Nos Estados Unidos, a Nasdaq e o S&P 500 renovam topos históricos, impulsionadas pelo desempenho sólido das big techs. Já o Bitcoin volta a mostrar estabilidade, depois de semanas de volatilidade e realização de lucros.
No curto prazo, o comportamento técnico dos ativos indica uma fase de consolidação antes de um novo movimento direcional. Suportes e resistências permanecem como referências importantes para traders e investidores de

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Os contratos de minidólar (WDOX25), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (24/10) com leve alta de 0,06%, cotados a 5.395,5 pontos. O movimento acompanhou o fluxo externo da moeda americana, mesmo após o CPI dos EUA vir abaixo do esperado, com alta de 0,3% em setembro e 3,0% em 12 meses, reforçando a desaceleração da inflação. Apesar do alívio inicial, o câmbio voltou a subir com o fortalecimento global do dólar.
No Brasil, o IPCA-15 subiu 0,18% em outubro, abaixo das projeções, enquanto o mercado repercute o prejuízo da Usiminas (USIM5) e aguarda os dados da Petrobras (PETR4). Para os traders de dólar, o foco segue no comportamento da moeda americana e no impacto do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na próxima semana.
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Os contratos de mini-índice (WINZ25), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (24/10) com leve alta de 0,02%, cotados a 148.815 pontos, impulsionado por dados de inflação abaixo do esperado no Brasil (IPCA-15 em 0,18%) e nos EUA (CPI em 0,3%), o que reforçou expectativas de corte de juros pelo Federal Reserve e sustentou o otimismo nas bolsas globais.
No Brasil, o destaque ficou para o recuo da Usiminas (USIM5) após prejuízo trimestral e para a leve queda da Petrobras (PETR4) antes do balanço, enquanto bancos e Copasa (CSMG3) subiram. Para os traders, a leitura benigna da inflação e o viés positivo dos mercados mantêm o cenário construtivo, mas a próxima semana deve trazer volatilidade com Caged, PNAD e balanços relevantes.
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O Ibovespa fechou a última semana em campo positivo, completando a segunda sequência semanal de ganhos e consolidando o retorno do fluxo comprador. O índice avançou 1,93%, aos 146.172 pontos, depois de oscilar entre a mínima de 143.396 pontos e a máxima de 147.239 pontos. Após ter renovado sua máxima histórica na faixa dos 147.578 pontos, o índice volta a se aproximar dessa região, que pode ser testada novamente caso o movimento altista siga ganhando tração.
No gráfico diário, o Ibovespa encerrou a última sessão em alta, mantendo-se acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ainda que com certo afastamento — o que sugere atenção a uma possível correção técnica no curto prazo. O viés segue positivo, e o índice pode ganhar força se superar a resistência em 147.239 pontos, abrind

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