Cotas como moeda de troca para compra de imóveis: até onde modelo funciona nos FIIs?

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O uso de cotas como moeda de troca em aquisições de ativos tem ganhado espaço no mercado de fundos imobiliários, especialmente em um cenário de juros alto e maior dificuldade de captação via emissões tradicionais. A estratégia, no entanto, traz uma série de condicionantes e riscos que vêm sendo debatidos por analistas do setor.
Na prática, a operação permite que fundos adquiram imóveis sem desembolso imediato de caixa, entregando cotas ao vendedor como forma de pagamento. O modelo pode acelerar o crescimento dos portfólios, mas depende de fatores como liquidez, preço de mercado e alinhamento entre as partes envolvidas.
Para Lauro Sawamura Kubo, gestor da Patagônia Capital, o principal limite está na precificação das cotas. “A cota precisa estar bem precificada, idealmente alinh
Fontes
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