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Crédito de R$ 15 bi para exportação deve aliviar pequenas indústrias, diz CNI

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A criação de uma nova linha de crédito de até R$ 15 bilhões pelo governo federal para financiar exportações pode dar fôlego às pequenas e médias indústrias brasileiras em um momento de pressão no cenário externo. A avaliação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), após a edição da Medida Provisória nº 1.345/2026, que institui o Plano Brasil Soberano 2.
Os recursos previstos na medida provisória editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva serão operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e terão como foco micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), além de fornecedores ligados às cadeias exportadoras, com intuito de fomentar as vendas externas.
Para a CNI, a medida chega em um contexto desafiador, marcado pela desaceleração da economia

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O governo elaborou proposta para conter os ‘juros abusivos’ praticados por parte das instituições financeiras na concessão de empréstimos com desconto em folha de trabalhadores do setor privado, informou à Reuters o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
A proposta, que será levada para debate e deliberação do Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado (CGCONSIG), não passará pela criação de um teto para os juros cobrados pelos bancos, disse a pasta.
Entre as medidas em análise, ainda pendentes de decisão final, está a possibilidade de determinar que são abusivos juros cobrados em determinado percentual acima da taxa média cobrada pelos bancos, abrindo caminho para uma vedação de cobranças que destoarem do mercado.
Outra iniciativa que poderia reduzir os juros cobrados

Os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), propuseram nesta tarde uma regra de transição que prevê, em um primeiro momento, que os penduricalhos pagos a membros do Judiciário e do Ministério Público sejam limitados a 35% do teto constitucional. A proposta ainda está em discussão no plenário do STF.
O que aconteceu
Proposta prevê economia de R$ 7,3 bilhões por ano. Valor considera o impacto da redução nas folhas de pagamentos do Judiciário e do Ministério Público em todo o país, considerando os órgãos federais e estaduais. O texto inclui um adicional por tempo de serviço que possa chegar ao máximo de 35% do teto do funcionalismo.
Regra proposta pela corte só vale até o Congresso editar lei regulamentando o tema. Como nã

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